Olá queridos amigos! 

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Tenho que confessar a vocês que quando li Clarice pela primeira vez ainda bem moça uma confusão de sentimentos me revisitou. Eu não sabia dizer se gostava ou reprovava, mas queria continuar me aventurando... 

A Hora da Estrela, foi um verdadeiro soco no estômago. Chego a me contorcer ainda,  quando lembro das passagens do livro e das imagens do filme... 

Depois passei a ler os fragmentos, os livros com as crônicas até que um dia encontrei a última entrevista de Clarice... Sabe aquele ser humano que lamentamos muito não ter conhecido mais de perto? Foi o que senti, quando terminei de assistir àquele video.

Com Clarice aprendi que o sucesso vem do que nós somos, não daquilo que fazemos. E ainda que não devemos ser expectadores do mundo, tampouco querer dominá-lo com nossas verdades. Afinal elas podem ser muitas. 

Um dos trechos que me toca profundamente, compartilhei no início deste ano lá no Canal Poemas que Aquecem e sua latência é tão forte dentro de mim, que precisei verbalizá-lo. Confesso a vocês, ouvir minha voz falando aquelas palavras, trouxe para dentro de mim uma paz quase que imensurável. 

Mas isto é tema para outro encontro. Em outro momento comVersamos sobre meus motivos... Por ora, deixo-vos com o vídeo. Esperançosa de que gostem.

 
Bem, vou ficando por aqui! Mas antes, me digam... 
Já leram algo de Clarice? Que experiência tiveram? 
 
 
Até breve!